quinta-feira, 18 de junho de 2009
JORNALISTA BROTARÁ EM ARVORE...
AGORA ACREDITEM, SURGIRÃO JORNALISTAS DE TODOS OS LADOS DESTE MUNDO QUE VIRÃO PARA O BRASIL E DIRÃO: "LIBERDADE DE EXPRESSÃO DO BRASIL É A MELHOR...QUALQUER UM PODE DIZER O QUE QUER E TORNAR PÚBLICO O QUE MELHOR LHE CONVÉM"
NÃO SEI NÃO....
MAIS O MUNDO ESTÁ PRESTES A ACABAR ANTES DO QUE EU PENSAVA...
AGORA AGUENTEM O NÚMERO DE INFORMAÇÕES 'BESTEIRAIS' QUE SURGIRÃO POR AÍ...
DAQUI ALGUNS ANOS, MINHA FILHA VAI PERGUNTAR: "MAMÃE PRA QUE MESMO VOCÊ FEZ FACULDADE? PARA JORNALISTA? POXA TODO MUNDO É JORNALISTA E NÃO PRECISOU FICAR SENTADO NA SALA, NEM ESTAGIANDO PARA TER EXPERIÊNCIA.... MAMÃE VOCÊ 'DEU BOBEIRA!!!"
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sábado, 7 de março de 2009
Trabalho fácil não brota na árvore
Por Joseane Santos
Eu tenho medo da resposta para esta pergunta. Se hoje eu já tenho medo imagina daqui a algusn anos?
São coisas que ninguém nunca poderá responder, até mesmo porque tiraria a graça de viver para ver!
Esta semana tive contato e vivi experiências inesquecíveis que vou guardar para toda a vida.
Bom vou resumir o máximo que posso, para não ficar uma leitura chata....
Como toda mãe e mulher empreendedora, esta semana fui correr na "frente" de um novo trabalho ( não é correr atras pq isso todo mundo faz, mas não chega a lugar nenhum correndo para trás).
Recebi um telefone pedindo que comparecesse em uma entrevista as 8h da manhã. Isso não era o problema, o maior problema era o local: Nova Iguaçu - 110 km de distância de minha casa!!! Mas como o salário oferecido era bom ( 900 + VT + VA + Ass Médica) e o cargo administrativo (08 às 4 da tarde) me permitia exercer as atividades próxima de casa e os benefícios eram bons, aceitei o desafio.
Acordei as 4:30 da manhã. (Fiz mamadeira, almoço e janta para minha filha)
Saí as 5:30 da manhã. ( correndo para não me atrasar para a entrevista)
Cheguei em madureira 6:00 da manhã.
Cheguei lá 7:40 da manhã... 3 horas depois de acordar!!!!!
Quando a equipe que nos entrevistaria chegou, o processo foi a coisa mais rápida de minha vida... Eram 46 pessoas para apenas 10 vagas...
Nos primeiros 5 minutos eles dispensaram todos que não levaram a carteira de trabalho e um currículo impresso. ( menos 17 pessoas)
Sobraram 29 pessoas. Nos próximos 5 minutos, eles mandaram todas que possuíam mais de 24 anos embora.
Sobraram agora 16 pessoas... Aí eu imaginei acho que minhas chances são grandes afinal, tenho experiencia em escritório e possua uma boa fluência verbal ( requisitos para a vaga)...
Mas era neste momento que a esperança havia morrido... Fui chamada, selecionda e parabenizda pelo entrevistador..." Parabéns vcoê foi escolhida pela nossa equipe para trabalhar conosco". DETALHE: NINGUÉM HAVIA ME ENTREVISTADO, APENAS LIDO O DIPLOMA...
Foi então que eu perguntei: " Como fui selecionada se ainda não me entrvistaram?"
A resposta foi imediata: Você é a única que tem faculdade, a única que chegou na hora mesmo morando longe e a única que tem o perfil da empresa....
AO FINAL DA CONVERSA VEIO A DECEPÇÃO: "Você será uma vendedora de planos de assistência técnica, trabalhará por 45 dias sem remuneração, pagando sua passagem. Ao fim do estágio lhe informaremos se vcoê ficará em nossa equipe ou não, após isso vocÊ receberá R$ 410,0 + vt SOMENTE".
EU BOQUIABERTA PERGUNTEI: " O cargo não era administrativo, para ganhar R$ 930,00 , mais passagem, mais alimentação e assistencia médica?"
a resposta veio: SOMENTE DEPOIS DE 1 ANOS DE TRABALHO!!!!
Fui enganada, gastei R$ 12,00 para ir à um local desconhecida e perigoso e saí de lá chateada e decepcionada com a falta de ÉTICA DESTA EMRPESA: ELETROTEC.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Criado pelos avós
A união dos avós e pais na criação das crianças
Joseane Santos
No ambiente familiar quem nunca pediu para ir morar na casa da vovó? Pois os mimos e a superproteção é tudo o que a criançada gosta. Entretanto, isto é muito comum nos dias de hoje, principalmente porque os pais andam cada vez mais ausentes sempre trabalhando, aperfeiçoando suas qualidades profissionais, para então oferecerem uma qualidade de vida melhor aos filhos.
O vendedor Marcio Vinício, de 30 anos, é um retrato desta situação. Seus pais, que trabalhavam o dia todo, moravam com seus avós maternos, e aos 6 anos do filho, decidiram morar em uma casa em um bairro distante, porém Marcio não quis ir com os pais, alegou que quem já o criava era a avó e “não era legal deixá-la sozinha, pois era o neto mais velho e tinha que defendê-la”.
Mas o que Marcio esqueceu é que além dele, sua avó já criava mais dois netos e tinha ainda quatro filhos com idades entre cinco e 17 anos. Seus pais tentaram de todas as formas convencê-lo de que o melhor seria morar com eles, mas não conseguiram. Os avós fizeram chantagens dizendo que ele seria uma criança infeliz e que sendo criados longe deles não teria oportunidade de ser amado, já que ele ficaria com uma babá, enquanto os pais trabalhavam.
Não foi difícil convence os pais de Marcio. Mas o final de semana era dos pais. Os anos foram passando e hoje, o vendedor agradece aos pais por aceitarem a sua opinião naquele momento. Mas para muitos pais inexperientes a opinião da criança não vale, alegando que quem decide são eles os responsáveis.
Segundo a psicóloga Mara Pusch, ela concorda que os pais são os responsáveis pela criança, mas: “A responsabilidade da educação é dos pais, e esse é um dos motivos pelos quais os netos e os avós se entendem tão bem. E se existir respeito pelos critérios e hábitos estabelecidos pelos pais, não haverá prejuízo para a autoridade paterna”, diz Mara.
Um ponto importante a ser tratado é a separação de função de cada um, para não magoar e nem rejeitar a ajuda alheia. Os pais devem priorizar o bem-estar da criança e identificar a grande necessidade do filho em se relacionar com o mundo em que vive, mas não esquecendo de impor regras na criação pelos avós. Neste aspecto, a psicóloga Gabriela Fructuoso diz que a superproteção não é uma lei. “Depende de como essa avó se coloca. Se ela agir responsavelmente, impondo limites, não haverá problema algum. Mas se apenas dá carinho e não faz cobranças no momento correto, acaba prejudicando a formação do neto”, afirma.
E diferente do que muito alegam, nem sempre os netos são crianças mimadas e egoístas, quando criados pelos avós. Basta saber diferenciar que a criação deve conter muita disciplina. A especialista, Gabriela, crê que existe um mito em relação à idéia de que todas as pessoas criadas pelos avós são mimadas. “Não há regras. Acontecem muitos casos em que os pais pecam na questão disciplinar e mimam os filhos, assim como há situações em que a avó exerce o papel de mãe com responsabilidade”, explica.
Outro fator muito importante é o amor que existe entre os netos e avós. É imprescindível afirmar que: filhos criados por avós são bem melhor do que por estranhos. E independente disto é muito positivo para a criança ter a imagem de todos seus familiares unidos pela sua educação, pela formação de seu caráter e personalidade.
Não podemos esquecer que todos, pais e avós devem se unir e lutar pelo melhor na criação. E é função dos pais, administrarem esta responsabilidade para que seu filho não tenha somente os avós como referência familiar.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Amor de mãe é incondicional
Por Joseane Santos
Fonte: Thaís Lazzeri.
Ser mãe é amar uma pessoa incondicionalmente, independente de ter gerado ou dado à luz. Para uma mulher esta profissão – que não existe férias ou pagamento melhor do que o sorriso de seu filho –, é muitas vezes uma vitória, pois, infelizmente ou felizmente, não pôde gerar um filho em seu ventre.
Mas a mulher é o único ser humano que consegue superar esta frustração amando uma pessoa que veio sim de outro ventre, mas será educada e amada por ela. É o que acontece com as mães adotivas. Elas são fontes de esperança e solidariedade para o mundo das crianças, elas conseguem transformar o sonho de uma criança abandonada em realidade.
O mundo caótico e cheio de maldades faz com que algumas “falsas mães” abandonem seus filhos, ainda no ventre elas os rejeitam e graças ao novo sistema de integração de adoção no país é possível uma futura mãe adotiva ter contato com seu futuro filho ainda na barriga da mãe biológica.
Foi o que aconteceu com Flávia Miranda de Oliveira, 33 anos, professora de educação infantil e psicóloga. Ela tentou engravidar por cinco anos. “Parece que um mês vira um ano. Um belo dia eu disse: chega!”, conta. A partir daquele momento, Flávia começou a se aproximar, inconscientemente, de casais que tinham adotado filhos. Ela passou a ter amigos e contatos com várias pessoas. Foi então que um dia em uma festa, uma de suas novas amigas disse: “Só falta você.” Naquele momento ela disse que ficou com raiva, mas sentiu que colocaram a sementinha da adoção nela.
Após dois anos, a professora, percebeu que existem vários caminhos que levam casais a terem filhos. “Não queria ter uma barriga, queria ser mãe. A gravidez pode ser um caminho. Mas não existe só esse”, afirmou. Não demorou muito tempo e ela e o marido, Ricardo Peev, 38 anos, jornalista, entraram na fila de adoção. A participação da família também é muito importante. Eles comunicaram aos pais dela e obtiveram um ótimo apoio de todos.
E em fevereiro de 2007, receberam um telefonema dizendo que Davi, hoje com 1 ano e 5 meses, nasceria dentro de dois meses em São Luís, Maranhão. Flávia e o marido, Ricardo moram em São Paulo. Emocionada a mãe diz sobre a história: “Cada vez que eu reconto, me aproprio mais dela”. Durante os dois últimos meses da gestação da mãe biológica, o quarto de Davi foi decorado e enfeitado com adereços feitos por uma amiga plástica da família.
Flávia relata que ao olhar para o filho não lembra das dificuldades que passou. Uma dessas dificuldades foi viajar junto com sua mãe para São Luís, para efetuar o processo de adoção direta, pela mãe biológica do bebê. Instalada no município, Flávia fez tudo o que uma mãe faz, passou todas as roupas do enxoval. Naquela mesma madrugada recebeu a notícia que a mãe biológica havia passado mal e já havia sido encaminhada para a clínica, paga pelo casal. “Foi como se eu tivesse sentido as contrações também.”
A mãe adotiva permaneceu na ante-sala ao lado da sala de parto. Quando Davi nasceu ela teve a oportunidade de ouvir o primeiro choro de seu filho. E minutos depois, ainda enrolado na toalha, pôde amamentá-lo. É isso mesmo, Flávia amamentou seu filho pois havia feito estimulação para ter leite. “A sensação de amamentá-lo foi indescritível”, emociona-se. Após aquele momento nada mais era importante para Flávia. Davi chegou para completar a vida desta grande mulher.
O marido viajou duas semanas depois, mas ligava diariamente e chorava ao telefone. Com sua volta para casa seu sonho estava completo e sua vida modificada pelo amor de ser mãe. Quando perguntada sobre como vai contar ao pequeno Davi sobre a adoção, ela é objetiva ao afirmar: “Ele não é adotivo, ele foi um dia adotado. Hoje ele é meu filho legítimo”.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Mude hoje ou amanhã , mas mude!

Ontem foi um dia muito especial para minha família ( minha filha fez 6 meses) e por isso resolvi colocar este poema aqui para retratar meus sentimentos mais singelos....
O ano ainda não começou, mais estou animada para o final dele, pois com o tempo vem o mar de espinhos e com o vento vem o mar de rosas...
Bom Dia...
É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos...
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Viagem e bebê = aventura em família
Os primeiros meses são de total adaptação entre os pais e o filho que acabou de chegar. Todos os momentos são únicos até que a criança cresça e aprenda muitas outras coisas. Entretanto, muitos pais se privam de continuar a viver suas vidas no mundo social e fazer aquele programa que acreditam não ser possível com o neném.
É claro que os quatro primeiros meses são essenciais para a mãe e o pai saberem dos horários da criança comer, brincar, dormir – pois antes disso tudo é muito incerto e sem horários regrados. Aos quatro meses, os bebês já fizeram alguns passeios pela cidade, visitando avós, tios, indo à casa de amigos e até mesmo em algumas festas infantis. É neste momento da fase da criança, após a apresentação aos eventos sociais, é que ela está apta para um passeio mais logo e demorado. Que tal: viajar com o bebê?
Para muitos pais isto é um problema, mas estou aqui para dizer que não é. Após conhecer bem seu filhote e adapta-lo em ambientes diferentes, você pode começar a planejar uma viagem. E neste momento que irei dar algumas dicas de como organizar e a escolha do destino entre outras coisas.
O receio de levar uma criança, ainda pequena, para viajar é totalmente normal, principalmente em pais de primeira viagem. Comecei a pensar nesta possibilidade, após ouvir a jornalista Paula Pierri, ela foi minha maior estimuladora para esta aventura
Com sua nova experiência ela me alertou coisas importantes para este momento, sempre devemos contar com os atrasos e deixar a mão muitas mamadeiras, fraldas e roupas para as trocas. “A gente deve se lembrar da possibilidade de atrasos e separar leite, papinha e fraldas com muita folga (...) eu levei leite na medida certa na mala de mão. Resultado: meu vôo atrasou e, durante a escala nos Estados Unidos, tive que oferecer papinha à Hanna de manhã no lugar da mamadeira”, conta.
Mas isto não irá acontecer comigo e nem com você, pois já estamos cientes deste processo, tudo graças ao relato da Paula. Outra coisa muito importante é acostumar à criança a comer a papinha e a mamadeira em temperatura ambiente, pois não haverá locais para o aquecimento dos alimentos.
Outra dica super relevante ao viajar é fazer programas preferencialmente durante as manhãs ou ao fim da tarde, dependendo da temperatura do sol. E curtir muito todos os momentos.
A mamãe Paula nos deu uma ótima dica e, a meu ver, a mais importante, viajar com mais pessoas da família é uma “mão na roda”, pois facilita a vida do casal nos momentos à noite, onde papai e mamã podem sair para jantar ou curtir uma festa. Mas se não for possível, escolha um local de fácil acesso.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
A ética utilitarista justifica os meios quando os fins são expressos por usufrutos coletivos.
Todo homem passa por estágios na vida muito similares e a partir da relação que o indivíduo tem com o meio, seus modelos vão sendo montados e ele vai se tornando parte deste meio. Neste momento, devemos identificar o que nos convém e de que maneira fazer a coisa certa para obter bons resultados. Com as mudanças de ambiente, evolução e aprendizagem o homem se modifica e, a sociedade assim torna mais comum e objetivo sobre como o início reage diretamente com o fim.
E para saber como se comportar diante da sociedade é preciso saber dos seus atos morais e éticos. São elas ações que mantém o senso comum de uma sociedade em equilíbrio e fornece ao povo uma substância que demonstrar que o final de um ato depende do inicio desta ação. Se esta for boa, o fim conseqüentemente terá um bom resultado.
A ética é nada mais nada menos do que sua postura perante o mundo. Um exemplo fácil é: um médico ético não mente para seu paciente e não mata ninguém pois essas ações são contrárias a sua ética, que é dizer a verdade e salvar vidas. Porém muitas pessoas não conseguem manter-se ético na sua vida profissional. Mas ser ético não é um trabalho difícil, basta você fazer coisas boas para colher coisas boas, e não mentir e nem fugir dos seus compromissos como cidadão.
A ética utilitarista é uma forma de transcrever uma ação voltada para um todo, para a melhoria de uma sociedade. Ela está ligada diretamente aos bons resultados que possam acontecer devido a uma motivação ruim de alguém. No utilitarismo é possível dizer nem sempre bons fluidos atraem bons resultados.
A sociedade deve ter consciência de que plantar bons frutos é necessário, porém não se sabe se o fruto será benéfico. Mas o que todos devem ter consciência é fazer o bem para a maioria e não se importar para onde a vida á levará.
A dialética do jornalismo: teoria e prática
por Joseane Santos
Para início de uma bela análise, é preciso declarar que a ética deveria fazer parte da vida de todas as pessoas. Seja ela jornalista, médico, professor ou qualquer outra profissão. Entretanto, infelizmente algumas pessoas não têm consciência da gravidade, de tamanha desonestidade de ser antiético.
Infelizmente o mundo está tomado de pessoas do mal, de pessoas que desejam ser reconhecidas, mas ao invés de correr atrás querem ser favorecidas, de forma desonesta. Como diz Cláudio Abramo, “não existe ética específica do jornalista: sua ética é a mesma do cidadão”.
E assim como “o cidadão não pode trair a palavra dada, não pode abusar da confiança do outro, não pode mentir”. O profissional, jornalista também tem deveres a serem cumpridos.
Ao analisarmos as questões que foram apresentadas no seminário temos infelizmente mais profissionais que se utilizam desses métodos do que se pensa.
- A falsa identidade: O profissional que mente e suborna uma fonte é um tremendo corrupto, pois ele não está sendo sincero honesto. Na teoria, todos os estudantes de comunicação aprendem as regras, as condutas e a forma de trabalhar corretamente. Porém na prática as coisas não funcionam assim, pois infelizmente alguns jornalistas quando vão para “campo”, para a redação, se deparam com a realidade da profissão e muitas vezes, durante as dificuldades, acreditam em caminho mais rápidos e acabam agindo desta forma. Mas não é a correta.
- Os negócios por fora, é outra questão muito importante. Na realidade nada impede de um jornalista ter outra profissão, ou até mesmo trabalho, mas desde que não atrapalhe e influencie na sua profissão. Trabalhar para fonte, na teoria, isso não pode, de maneira alguma. Mas, como citei acima, na prática, alguns jornalista é influenciado pelo sucesso imediatista e mais rápido o que ocasiona a relação direta com as fontes, que se utilizam do profissional para se promoverem na mídia.
- A manipulação de fotografias digitais é um avanço tecnológico que ainda causa muita discussão. Quando essa manipulação é feita para inibir algo como o rosto d um menor, o corpo de um defunto ou publicidade de algum produto eu aceito, mas na prática o que vemos hoje é a utilização desta ferramenta como arma para o jornalismo mais enfeitado. Apagar algo que faz parte de um contexto fotográfico, como aconteceu com o jornalista que apagou a mão de um a vítima no trem na Europa, é algo inaceitável. Nós jornalista, não estamos aqui para julgar o bonito do feio, estamos para informar e levar ao público a realidade mais clara e evidente. Mostrando todos os lados e posições. Tendo a imparcialidade na execução da profissão.
- Publicar algo que vá prejudica um inocente é errado na teoria, mas na prática, muitos profissionais, que não deveriam nem ser chamados de profissionais, utilizam disto para promover alguém ou favorecer uma fonte. Omitir é algo ainda mais grave, pois dependendo do ponto de vista você pode estar evidenciando algo que não existe e consequentemente mentindo para o leitor. O jornalista deve ter muito cuidado com a omissão, pois ela mostra definitivamente que não há imparcialidade na matéria. Portanto, publicar algo sobre alguém que será prejudicado, somente se este for culpado. E omitir não é a função do jornalista.
Infelizmente neste mercado de comunicação, existem profissionais antiéticos, mas acredito que a maioria está do lado da população e não se vende por dinheiro ou fama. O jornalista ético não é aquele que quer ser “estrelinha” na mídia e sim aquele que tem a consciência de ter feito seu trabalho corretamente sem prevalecer do mérito de alguém ou algo.
Sejam bem-vindos e aproveitem para comentar em todos os artigos.
Joseane Santos
Mas afinal o que é jornalismo?
por Adriana Dutra
É a atitude de divulgar informações voltadas para o público (que tem o interesse de se infomar de algo) de forma mediada, periódica e organizada. Foi a primeira estratégia no âmbito da comunicação social.
A luz da democracia, o jornalismo tem como missão de viagiar e controlar o estado e as empresas privadas de interesse público.
Por obter atuação delegada pela sociedade (que não é o que acontece nos dias atuais) -Transfere- se para a imprensa o papel de "dialogar" com o poder, o jornalismo tem que se legitimar continuamente por suas práticas. Para que a existência do jornalismo tenha sentido, precisa fortalecer o suporte de apoio social que lhe justifica.
O Jornalismo Impresso, por sua vez foi a primeira forma de expressão, organizada da comunicação social. Em seguida, o processo de evolução industrial e eletrônica produziu o radiojornalismo, o telejornalismo e o ciberjornalismo. Numa outra estrutura da área de comunicação surgiram a Publiciadade e Propaganda e as Relações Publicas.
Minha lista de blogs
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Que mistura me aguarda?Há 14 anos
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Quem sou eu
- Blogando com JosiporJosi
- Mãe de Giovana, esposa de Marcio, filha de Valéria e amiga do mundo! Dinâmica, criativa, veloz, espontânea, bem-humorada, comunicativa, simpática.